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Conhecimento é poder
Hoje é o Dia Mundial do Livro. Eu poderia dizer mais uma vez sobre minha paixão pelos livros, de como ler é um lugar sagrado para mim. Mas, desta vez, quero dizer do poder que é um livro escrito por mulheres sobre mulheres existindo no mundo. Ontem teve encontro do clube do livro. Lemos juntas o livro A guerra não tem rosto de mulher, de Svetlana Aleksiévitch, uma história sobre a guerra contada pela perspectiva das mulheres que foram para o front. Um sentimento comum de revo
Roberta Rocha
24 de abr.1 min de leitura


Moça, você é linda
Não me conformava em perceber que, apesar de saber sobre a pressão estética acerca da qual somos socializadas desde meninas, estava ali julgando as transformações do meu corpo aos quarenta e dois anos.
Roberta Rocha
15 de abr.2 min de leitura


Mulheres da minha história
Esse dia se tornou uma das mais bonitas histórias que tenho para contar. E também um lembrete do meu compromisso afetivo e político com tantas mulheres que caminham lado a lado.
Roberta Rocha
11 de abr.1 min de leitura


Amar mulheres é revolucionário
No começo deste ano, uma amiga muito querida passou a fazer parte da Teia. Esperamos um ano inteiro por esse encontro. E então, logo no início do ano, ela foi acometida por uma doença que a fez perder a voz, temporariamente. Isso me atravessou. Primeiro, porque a voz é instrumento do nosso trabalho. Depois, por tudo o que, simbolicamente, isso significa para uma mulher. Ao preparar o presente de boas vindas a nossa teia que viajaria daqui até Salvador, eu queria que ela senti
Roberta Rocha
6 de abr.1 min de leitura


É quase certo que aquilo que nos atravessa, nos une
Gosto de histórias de mulheres contadas por elas mesmas. Ainda que sejam de outro tempo, outra localidade e até cultura, é quase certo que aquilo que nos atravessa, nos une.
Roberta Rocha
2 de abr.2 min de leitura


Quem tem direito à memória?
Intelectual, historiadora, poeta, roteirista, professora, pesquisadora e ativista. Nascida em Aracaju, Sergipe, em 17 de julho de 1942, Beatriz foi uma figura singular do Movimento Negro Brasileiro.
Roberta Rocha
26 de mar.2 min de leitura


Uma lógica que persiste
Maria Bonita: Sexo, Violência e Mulheres no Cangaço, de @adriananegreiros , é um livro que desloca o olhar sobre o cangaço brasileiro ao retirar dele a lente da romantização e recolocar no centro aquilo que sempre esteve presente em guerras, revoluções e crises: a violência contra as mulheres. Ao revisitar essa história, a autora não transforma as mulheres em protagonistas heroicas, como muitas narrativas, mas também não as reduz ao apagamento. Adriana compartilha, em detalh
Roberta Rocha
24 de mar.2 min de leitura


Nenhuma de nós chega sozinha
Quando mulheres agradecem seus prêmios, agradecem outras mulheres.
Reconhecem que não chegaram ali sem apoio.
Roberta Rocha
17 de mar.2 min de leitura


Maria da Penha transformou a injustiça em marco jurídico
“Nada, nem ninguém, cala uma corajosa sobrevivente de violência.”
Roberta Rocha
14 de mar.1 min de leitura


A gente ocupa a rua
A gente ocupa a rua. É bonito ver as cores que, com a arte, compõem o manifesto. A gente ocupa a rua com barulho, junto com o batuque, entoando aquele grito que tantas vezes tentam calar. A gente ocupa a rua com nossa voz feroz, oprimida por quem não suporta nos ouvir. A gente ocupa a rua para reivindicar o direito do corpo de estar onde desejar. Queremos dançar. Queremos descansar. Viver sem precisar pedir licença, sem precisar ser refém. A gente ocupa a rua. Juntas. Buscand
Roberta Rocha
8 de mar.1 min de leitura


Mulheres Históricas
Conhecer mulheres históricas não é olhar para o passado.
É romper silêncios.
Disputar o presente.
Construir o futuro.
Roberta Rocha
5 de mar.2 min de leitura


Usar o que tenho a favor das mulheres é uma das estratégias que me sustentam
Usar o que tenho a favor das mulheres é uma das estratégias que me sustentam.
Eu sei, não sou ingênua nem excessivamente esperançosa. Um ato isolado não muda uma sociedade.
Por isso insisto em dizer e em viver entre mulheres.
Roberta Rocha
3 de mar.2 min de leitura


Marielle vive em cada uma de nós que se coloca na linha de frente
Marielle vive em cada uma de nós que se coloca na linha de frente, falando, gesticulando e confrontando aquilo que nos fere, que nos mata simbolicamente e literalmente todos os dias.
Roberta Rocha
28 de fev.1 min de leitura


"Não fossem as sílabas do sábado" no Clube do Livro
A morte tem disso. Nos lança em fantasias na linha tênue entre o nada que será e o tudo que supomos que seria.
Roberta Rocha
12 de fev.2 min de leitura


Ler mulheres com mulheres transforma a leitura
Vamos relembrar o que passou no clube em 2025. Aqui fazemos o clube juntas. Não só escolhemos livros. Escolhemos estar, escutar, sustentar silêncios e atravessamentos. Essa retrospectiva não é sobre preferências individuais, mas sobre o que se construiu entre nós em cada encontro. O que marcou. O que emocionou. O que ficou. Ler mulheres com mulheres transforma a leitura. E, muitas vezes, transforma a forma como seguimos vivendo. *Veja aqui estes e outros livros indicados. Rob
Roberta Rocha
6 de fev.1 min de leitura


Teia de Saberes, um tecido de responsabilidade e cuidado
A Teia de Saberes é sobre história. As que estão nos livros, as que o nosso corpo conta, as que as mulheres nos confiam. Assim como numa teia não há sobreposição, aqui a gente se faz da gente. Das mulheres. Das que chamaram de histéricas, mas são históricas.
Roberta Rocha
31 de jan.2 min de leitura


Como os encontros da Teia de Saberes estão estruturados?
Se você busca um espaço comprometido politicamente e afetivamente com a escuta de mulheres, a partir da perspectiva feminista, deslize e conheça como nossos encontros são estruturados.
Roberta Rocha
23 de jan.1 min de leitura


Olhamos para a história das mulheres e para os efeitos da socialização feminina na saúde mental
A Teia de Saberes foi idealizada e vem sendo construída a partir de muitas pesquisas feministas e da necessidade de criar um espaço onde a clínica não seja neutra, mas eticamente e politicamente comprometida com a escuta de mulheres.
Aqui, olhamos para a história das mulheres e para os efeitos da socialização feminina na saúde mental, com base teórica feminista escrita por mulheres.
Roberta Rocha
21 de jan.1 min de leitura


Ler em conjunto é sempre uma potência
No ciclo de 2026, vamos ler O feminismo é para todo mundo, de bell hooks, e Scripts culturais, gênero e emoções, de Valeska Zanello.
Bell hooks nos lembra que o feminismo é prática cotidiana, linguagem acessível e compromisso com a justiça social. Atuar com afeto, para ela, não é suavizar o pensamento, mas torná-lo compartilhável, vivo e politicamente responsável.
Roberta Rocha
15 de jan.1 min de leitura


Em 2025, pediu fidelidade
A vida não é linear. Mas é bonita e presta. Ainda assim, é difícil viver. Todo começo de ano, abro o oráculo e pergunto: o que, neste ano, a vida quer de mim? Em 2025 foi: fidelidade. Eu, que amo as palavras e confio quando elas se revelam para mim, segui com ela bem pertinho, voltando a ela sempre que me perdia. Chamo de guiança. Ter algo que guia é estruturante para mim. Como um farol no meio do oceano. O simbólico também é sagrado aqui. Fui entendendo que não era sobre faz
Roberta Rocha
1 de jan.1 min de leitura
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