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Geni Núñez - Mulheres Históricas
Hoje em nossa série mulheres histórica vamos falar de Geni Núñez @genipapos Ela é guarani. Psicóloga. Escritora. Ativista. Pesquisadora. Geni se torna uma referência para mim como ativista, mais ainda por contribuir a romper com uma psicologia com perspectivas e histórico colonial questionando sobre aquilo que nos foi imposto e fomos fazendo a manutenção sem questionar. É parte de um feminismo indígena, uma vertente interseccional que integra perspectivas decoloniais, a impor

Roberta Rocha
há 4 dias2 min de leitura


Emma Goldman - Mulheres Históricas
✨Resgatar essas histórias não é uma homenagem solta no tempo. É compromisso com aquilo que não pode ser esquecido. Porque todo cuidado precisa ser político. Conhecer mulheres históricas é romper silêncios. Disputar o presente. Construir o futuro. A história das mulheres é ferramenta de emancipação. ✨ Assista aqui.

Roberta Rocha
14 de mai.1 min de leitura


Rita Lee - Mulher Histórica
Hoje, a mulher histórica é Rita Lee. Ritinha movimentou o universo da música com sua autenticidade, ousadia e alegria, em um tempo em que mulheres eram silenciadas. E aquelas que ousavam usar a própria voz, fosse para cantar, protestar ou fazer as duas coisas ao mesmo tempo, eram facilmente colocadas no lugar da loucura, do excesso, da desobediência. Rita brincou com os seus rótulos, transformando tudo em arte. Com sua potência criativa, abriu caminhos para muitas mulheres oc

Roberta Rocha
8 de mai.1 min de leitura


Insisto no direito de cuidado e desejo
Eu amo que minha profissão como psicóloga seja meu trabalho com mulheres e o feminismo. Hoje era para estar trabalhando, mas fui cuidar das plantas, que cuidam de mim, sabe? Mexer com a terra, plantar, replantar, regar, me faz muito bem. Me organizo internamente nesse processo que é um ritual de cuidado e bem-estar. Faz bem pra mente, pro corpo, pra alma. Mas não fico plena. Não sinto essa tal completude vendida como promessa, como se fosse simples, acessível e uma escolha in

Roberta Rocha
2 de mai.2 min de leitura


A história das mulheres é ferramenta de emancipação
Para muitas mulheres, trabalhar nunca foi um direito dado. Foi, e ainda é, uma conquista em disputa. Conheci a história de Lídia Poët assistindo a uma série inspirada em sua trajetória. A série revela o que ainda permanece no presente: o desejo de uma mulher sendo interrompido. Foi a primeira mulher a tentar advogar na Itália. Formada em Direito. Aprovada na Ordem. Impedida de exercer. Motivo? Ser mulher. Diziam que o Direito não comportava o corpo feminino. Mas ela não recua

Roberta Rocha
1 de mai.1 min de leitura


Moça, você é linda
Não me conformava em perceber que, apesar de saber sobre a pressão estética acerca da qual somos socializadas desde meninas, estava ali julgando as transformações do meu corpo aos quarenta e dois anos.

Roberta Rocha
15 de abr.2 min de leitura


Mulheres da minha história
Esse dia se tornou uma das mais bonitas histórias que tenho para contar. E também um lembrete do meu compromisso afetivo e político com tantas mulheres que caminham lado a lado.

Roberta Rocha
11 de abr.1 min de leitura


Amar mulheres é revolucionário
No começo deste ano, uma amiga muito querida passou a fazer parte da Teia. Esperamos um ano inteiro por esse encontro. E então, logo no início do ano, ela foi acometida por uma doença que a fez perder a voz, temporariamente. Isso me atravessou. Primeiro, porque a voz é instrumento do nosso trabalho. Depois, por tudo o que, simbolicamente, isso significa para uma mulher. Ao preparar o presente de boas vindas a nossa teia que viajaria daqui até Salvador, eu queria que ela senti

Roberta Rocha
6 de abr.1 min de leitura


É quase certo que aquilo que nos atravessa, nos une
Gosto de histórias de mulheres contadas por elas mesmas. Ainda que sejam de outro tempo, outra localidade e até cultura, é quase certo que aquilo que nos atravessa, nos une.

Roberta Rocha
2 de abr.2 min de leitura


Quem tem direito à memória?
Intelectual, historiadora, poeta, roteirista, professora, pesquisadora e ativista. Nascida em Aracaju, Sergipe, em 17 de julho de 1942, Beatriz foi uma figura singular do Movimento Negro Brasileiro.

Roberta Rocha
26 de mar.2 min de leitura


Nenhuma de nós chega sozinha
Quando mulheres agradecem seus prêmios, agradecem outras mulheres.
Reconhecem que não chegaram ali sem apoio.

Roberta Rocha
17 de mar.2 min de leitura


Maria da Penha transformou a injustiça em marco jurídico
“Nada, nem ninguém, cala uma corajosa sobrevivente de violência.”

Roberta Rocha
14 de mar.1 min de leitura


A gente ocupa a rua
A gente ocupa a rua. É bonito ver as cores que, com a arte, compõem o manifesto. A gente ocupa a rua com barulho, junto com o batuque, entoando aquele grito que tantas vezes tentam calar. A gente ocupa a rua com nossa voz feroz, oprimida por quem não suporta nos ouvir. A gente ocupa a rua para reivindicar o direito do corpo de estar onde desejar. Queremos dançar. Queremos descansar. Viver sem precisar pedir licença, sem precisar ser refém. A gente ocupa a rua. Juntas. Buscand

Roberta Rocha
8 de mar.1 min de leitura


Mulheres Históricas
Conhecer mulheres históricas não é olhar para o passado.
É romper silêncios.
Disputar o presente.
Construir o futuro.

Roberta Rocha
5 de mar.2 min de leitura


Usar o que tenho a favor das mulheres é uma das estratégias que me sustentam
Usar o que tenho a favor das mulheres é uma das estratégias que me sustentam.
Eu sei, não sou ingênua nem excessivamente esperançosa. Um ato isolado não muda uma sociedade.
Por isso insisto em dizer e em viver entre mulheres.

Roberta Rocha
3 de mar.2 min de leitura


Marielle vive em cada uma de nós que se coloca na linha de frente
Marielle vive em cada uma de nós que se coloca na linha de frente, falando, gesticulando e confrontando aquilo que nos fere, que nos mata simbolicamente e literalmente todos os dias.

Roberta Rocha
28 de fev.1 min de leitura


Em 2025, pediu fidelidade
A vida não é linear. Mas é bonita e presta. Ainda assim, é difícil viver. Todo começo de ano, abro o oráculo e pergunto: o que, neste ano, a vida quer de mim? Em 2025 foi: fidelidade. Eu, que amo as palavras e confio quando elas se revelam para mim, segui com ela bem pertinho, voltando a ela sempre que me perdia. Chamo de guiança. Ter algo que guia é estruturante para mim. Como um farol no meio do oceano. O simbólico também é sagrado aqui. Fui entendendo que não era sobre faz

Roberta Rocha
1 de jan.1 min de leitura


Histórias de mulheres me interessam
Conheci Sylvia Plath lendo O perigo de estar lúcida, de Rosa Montero. Rosa conta histórias de escritoras, suas angústias e lucidez, e de como a escrita, às vezes, é o fio possível para se conectar com a vida. Histórias de mulheres me interessam. Especialmente as que continuam vivas depois de sua morte. Parece contraditório pensar no que continua existindo depois da morte. Mas não é. Muitas mulheres só podem viver quando já não estão vivas. Antes disso, seus feitos e suas voze

Roberta Rocha
29 de dez. de 20252 min de leitura


Então, quem?
Hoje escutei, ontem também, uma mulher, fragmentada, atordoada desnorteada pela violência. Ela, ali na minha frente sobrevivente, recolhendo os caquinhos que lhe restavam, abaixei, escutei, e recolhi com ela o que não é somente dela. Hoje Maria, amanhã Joana, e depois Mariana, Um dia foi a minha avó, a sua avó, No outro dia pode poderá ser a minha filha a sua filha, querida. Homens, hoje, amanhã e depois eu lhes convoco: até quando? teu filho, teu jogador preferido, teu amigo

Roberta Rocha
2 de dez. de 20251 min de leitura


o que tem que levar para 2026 para seguir movendo suas próprias frestas?
Ninguém tem que nada. Mas eu tinha que fazer algo com minhas inquietações que, com o tempo, se tornaram revolta silenciosa por falta de nomear. Eu tinha que nomear. Depois de nomear, ainda me sentia inquieta. Teve um tempo difícil, confesso, em que fui somatizando. Virou ansiedade, magreza, estranheza. Às vezes o tempo emocional não está sintonizado com o tempo da vida do dia a dia. Ora parece atrasado, e aí vem a angústia. Ora parece acelerado, e aí vem a ansiedade. A mente

Roberta Rocha
30 de nov. de 20252 min de leitura
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